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 Ordem das Joias da Coroa

   A Ordem das Joias da Coroa surgiu na Era dos Reis através de sete cavaleiros que lutaram pela independência da Diamantina e tinham suas armaduras representando sete minérios importantes da região. Os guerreiros juraram lealdade ao monarca do novo reino e a partir de então se tornaram sua guarda real. Cada cavaleiro possui uma arma, estilo de combate, armadura, alcunha e cores próprias, totalmente diferentes uns dos outros. À medida que os sete originais morriam, novos combatentes assumiram suas armaduras, fazendo com que nenhuma armação ficasse sem um dono, exceto a armadura de diamante que possuía uma seleção própria para seu usuário e praticamente não era usada. Assim, embora existissem sete armaduras, em quase toda a história apenas seis foram usadas ininterruptamente. Para se tornar membro da Ordem os candidatos devem passar por um árduo treinamento que começa na infância, passam por testes físicos e mentais. A primeira fase se passa em escolas que reúnem todos os recrutas dos sete aos dez anos, onde serão ensinados o básico de cada estilo. Após essa primeira etapa os candidatos escolhem qual armadura desejam usar, dependendo da decisão o recruta irá para um campo de treinamento específico. Cada armadura possui seu próprio centro de preparo, exceto a de diamante, onde são ensinados de forma mais aprofundada os estilos de luta. Com o fim do treinamento os guerreiros podem escolher se desejam enfrentar uma das Joias da Coroa, se vencerem o desafio assumem a posição do derrotado, mas se perderem nunca mais terão a chance de vestir a armadura e serão responsáveis por outras funções de menor importância. Ao se tornar uma Joia da Coroa este só será dispensado do serviço ao morrer ou for derrotado por um recruta que o desafie para um duelo.

   O modelo das escolas básicas e específicas é usado para todas as armaduras. A armadura de diamante, entretanto, possui um sistema próprio. Cada recruta ao ingressar no treinamento básico possui um histórico, caso esse seja derrotado em algum teste ou confronto ele não poderá mais postular a posição de cavaleiro de diamante. Assim, a única forma de um candidato ter uma chance de assumir tal posto é ser o melhor durante todo o período de treino. Mesmo assim o candidato ainda tem de tomar uma das outras seis armaduras e a partir dai desafiar as outras Joias da Coroa, caso vença todas o indivíduo será julgado pelo rei da Diamantina e por seu herdeiro e se estes derem permissão o cavaleiro poderá usar a armadura de diamante.

   As Joias da Coroa seguem um código próprio que os proíbe de ir contra as ordens do rei e do príncipe herdeiro; de lutar entre si, com exceção para a disputa de cavaleiro de diamante; de casar, adquirir terras ou propriedades; de permitir a entrada de mulheres ou pessoas não nascidas na região Diamantina no grupo; de violar a tumba de antigos membros do Ordem. Entretanto, as Joias da Coroa tem a permissão de matar em nome do monarca, desde que fosse provado o interesse deste; comandar os exércitos diamantinos em batalha ou missões; viver no palácio com suas vidas custeadas pelo Estado e receberem um julgamento pelo próprio rei no caso de violação das normas do reino.

   A Ordem das Joias da Coroa não possui uma sede propriamente dita, embora seus membros fiquem nas dependências do palácio, exceto quando são mandados para missões. O mais próximo de sede dentro da Ordem seriam os campos de treinamento especializados dos recrutas que ficam espalhados pela região, assim como os “templos” onde são guardados os corpos de todos os cavaleiros mortos. Cada “templo” é próprio de cada armadura, com eles se localizando nas cidades onde nasceram os membros originais e são defendidos por recrutas que não tem aspiração ou capacidade de se tornarem Joias da Coroa.

   A Ordem das Joias da Coroa surgiu do sonho de tornar a Diamantina uma terra livre, mas acabou por se tornar uma das mais poderosas ordens militares de Dascre, mesmo que não tenha tantos membros quanto outros grupos, esses são alguns dos melhores guerreiros de Dascre.

© 2021 por Ó Comunicação.

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